E-portefólio pessoal
26 de Agosto de 2009

O Presidente da República promulgou ontem o diploma que prevê o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos, segundo o jornal o Público. Hoje, Maria de Lurdes Rodrigues manifestou-se convicta de que este alargamento da escolaridade  decorrerá dentro do previsto e que será possível atingir os níveis de escolarização antes do limite que a lei estabelece. Declarando que "Estou convencida de que a lei será apenas um símbolo. Que é possível ainda antes de chegarmos ao limite que a lei prevê para atingirmos esses níveis de escolarização". Acrescenta ainda que  "Gostava de dirigir uma palavra de confiança aos pais, de que podem confiar nas escolas e no trabalho dos professores. O país está muito próximo dos 100 por cento na taxa de escolaridade aos 17 anos. Falta pouco. Não é necessária uma grande ampliação das escolas nem um grande aumento do número de professores. É necessário gerir os recursos existentes, redistribuí-los e garantir que o ensino se faça nas melhores condições".

Não sei o que a Sra. Ministra quererá dizer com "gerir os recursos existentes", só espero que aumentar o número de alunos por turma não seja uma medida de forma a não existir um
"grande aumento do número de professores" colocados nas escolas. O que poderia ser uma medida para diminuir o número de professores desempregados pelos vistos não consta do rol de objectivos deste novo diploma.

Por outro lado, há quem considere que esta medida traz este e outros objectivos em mente, como refere Albino Almeida, da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap): "Acreditamos que esta medida vai permitir aumentar o número de professores e de auxiliares. E a maior parte das escolas secundárias estão já a sofrer obras e deverão estar prepararas dentro de dois anos".

A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) está mais reticente dizendo mesmo que: "As salas de aula podem ser remodeladas, o que é muito bom, mas isso não significa que existam mais salas. Parece mais uma medida que não vai sair do papel, que é de difícil execução".
Bem, o que é certo é que o diploma está promulgado e estabelece o regime da escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar e consagra a "universalidade da educação pré-escolar para as crianças a partir de cinco anos". Agora esperemos pelas medidas subjacentes a esta promulgação...

publicado por Diana Oliveira às 17:49
Penso que esta medida é muito benéfica por umas razões e má por outras, ou seja, no que diz respeito à educação dos jovens penso que irá melhorar tanto ao nível de conhecimento como ao nível de educação cívica, uma vez que cada vez mais a escola é quem educa os jovens e não os pais. Por outro lado penso que o objectivo do governo com estas medidas não irão melhorar a qualidade de ensino, uma vez que acho que este aumento de alunos vai levar a haver turmas enormes e menos margem de manobra dos professores para bem educar. Concluindo considero isto uma não-medida do governo pois melhora nuns aspectos mas piora noutros. Esperemos por melhores dias no ensino.
Paulo Oliveira a 3 de Setembro de 2009 às 20:30
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